Músicas

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Perdida em meu ser.

Olho para dentro de mim, nada mais vejo
do que medo e solidão.
Não me vejo no espelho,
não ouço meus gritos, pedindo socorro
em uma noite firia e cheia de dor
meu coração e tao pequeno e ja
não suporta mais essa Mentira.
E meu corpo pede descanso.
Quem vai ouvir a minha voz?
Quem vai enchugar as minhas lagrimas?

E essa tristeza, fria que sinto ao te
abraçar, e o gosto de sangue na minha
boca...
Hoje um sol, mas quem sabe averá duas 
manhãs...
Meu coração sempre constante, pulsando
medo e sentimento.
Você meu anjo, minha destruição...

Tristeza

Um dia, quando chegares a tristeza
envadir seu descanso, 
não mudes teu meigo gesto, 
tímido e manso... 
Não chores nem lamentes... 
Sorria e medita somente. 
Não te preocupes com as flores, 
lembra só do seu perfume... 
Não me odeies nem blasfemes, 
nem sinta ciúme... 
Numa perda, uma fria é úmida 
algo haverá, por certo escrito. 
Ore apenas, 
solitária na saudade, 
não leias nada... 
Não fale apenas sinta...
Não pense somente deseje...
Pense apenas no que fomos  
Eu te juro, que onde quer eu esteja, 
tudo ouvirei. 
e Sentirei sua mão suave
esmagando meu coração...
e suas palavras cortando minha alma...
e seus passos sobre os meus sonhos...
suas promessas sobre o meu sentimento...
Você uma alma linda e mortal...

O Itinerário da Escuridão

Adormecido em minha comiseração 
Envolto pelo meu desencanto 
Vejo as almas ainda perdidas, 
sozinhas, esvaindo-se de aleive. 
Desperto de minha agonia, 
Venho despido de altivez e falsidade 
As horas se vão e os dias se passam, 
atravessam a realidade e caem 
Quimeras vivem. 
Percorrem os caminhos denso de dor 
Sustentam-se de aparências 
Olvidam a essência do orbe 
Regressem, ou sorvam o cálice amargo da dor. 
É como esperar a nudez 
de um amanhecer cinzento
na esfinge de emoção sobre meu sepulcro
não basta abrir o coração
não é bastante não ver!
Para contemplar os jardins frios e tristes. 
É preciso também não ter amor nenhum. 
Sem amor não há sentimentos: há idéias apenas. 
Há só uma porta fechada, e todo o mundo lá fora; 
e um sonho do que se poderia ver se a porta se abrisse, 
mas que nunca é o que se espera quando se abre a porta.
Sinto-me morrer... 
Somos produto de um erro;
Há tanta vida, dor e mentiras lá fora.
Transes da morte por fim nos esperam
Já não sabemos se a contraímos ou se ela a nós.

Meu Coração Chora!

Nessa viagem sem destino
Nunca me observa
Conversa com outros ao redor
Minha alma se desespera.
Gostaria de sua atenção merecer
.Conversar. Brincar. Dialogar. Amar
Sentir meu frio coração aquecer
Não mais me desesperar. Melhor seria lutar.

É mister reconhecer que sua atenção não mereço
Sou apenas um estranho lutando para sobreviver
Em um mundo repleto de hostilidade
Tento não desvanecer.

Longa e cansativa é a luta
Sem fim o desespero
Meu coração chora ante toda essa labuta
Mas de pé permaneço e encaro a luta

Meu Interior...

Noite fria! Acordei!
Ambiente estranho
Sensação estranha
Estranho prazer.
Em meu quarto não me encontrava
Susto!
Sobre uma tumba estava
Sob mim o mármore jazia frio

Quem repousaria ali?
Atenderia se eu chamasse?
Mas o seu nome não sei
Deixo como está.
Como fui parar naquele lugar?
A resposta não se demorou
Em minha cama continuava
Apenas minha mente espreitava.
Aquele sombrio lugar
Nada mais era que o meu negro interior
Semelhante ao repouso dos mortos
Mas que bem vivos estão!